Fórum - Unidade 1 - História - 7ª Série

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Cavaleiro templário_BDWebB
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Fórum - História – 7ª Série – Unidade 1

COMPARE OS DOIS TEXTOS ABAIXO, TIRE SUAS CONCLUSÕES:

Conheça um pouco a História dos templários e como seu símbolo aparece nas caravelas de Pedro Álvares Cabral. Discuta com seus colegas, sob orientação de seu professor, os textos abaixo:

 

 

Os Templários em Portugal

 

Extinta há quase 700 anos, a Ordem do Templo é quase um mito urbano, tornado ainda mais atraente por Dan Brown em 0 Código Da Vinci.

 

Entre as centenas de romances pseudo-históricos publicados nos anos mais recentes, tanto entre os que contêm uma vertente fortemente esotérica como naqueles que se pretendem mais realistas, há uma presença quase constante. Referimo-nos, claro está, à famigerada Ordem do Templo, cujos membros, os célebres cavaleiros templários, dão origem aos mais diversos mitos, especialmente depois do sucesso de O Código Da Vinci, de Dan Brown.

 

De autênticos santos, que deram a vida para salvar de um maquiavélico Papa o Santo Graal, até membros de uma sociedade secreta, capazes dos actos mais bárbaros para angariar poder e dinheiro, já tudo se disse a respeito dos membros desta ordem.

 

Claro que, com tantas nuvens a ensombrar a sua existência, ninguém sabe muito bem o que era, realmente, a Ordem Militar e Religiosa dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão. Dela se diz ter estado na posse do Graal, de uma biblioteca onde se destacavam tomos que sobreviveram à destruição da biblioteca de Alexandria e de um tesouro incalculável. Uma tal riqueza que ainda hoje, quase 700 anos passados sobre a sua extinção, são muitos os que continuam à procura do tesouro dos templários.

 

Outra questão curiosa diz respeito à fulgurante ascensão da Ordem do Templo. De pequeno grupo com apenas nove membros em 1118, em menos de dois séculos transformou-se na mais poderosa organização da Europa, com propriedades em vários países e com uma capacidade financeira que lhe permitiu, até, emprestar dinheiro a monarcas. Independente das hierarquias religiosas da época, na dependência directa do Papa, a Ordem do Templo gerou tantas invejas que não admira que, quando Filipe, o Belo, rei de França, resolveu persegui-la, tenham sido muitos os que a ele se aliaram....”

Leia mais:

http://templars.wordpress.com/os-templarios-em-portugal/

 

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COMPARE AO TEXTO ABAIXO:

RELATO DA CERIMÔNIA DE EMBARQUE DE PEDRO ÁLVARES CABRAL EM PORTUGAL

 

A saída solene de Lisboa

 

Tudo estava pronto para que a maior frota que Portugal já lançara ao mar partisse. Conta-nos o historiador João de Barros: “foi el-Rei, que então estava em Lisboa, um domingo oito dias de Março do ano de 1500, com toda a corte ouvir missa a Nossa Senhora de Belém que é em Restelo”. [v]

 

Essa pequena capela da Ermida de S. Jerônimo, construída a mando do Infante D. Henrique quase 100 anos antes, era agora o ponto de partida das expedições portuguesas.

 

Por volta das 9 horas de uma manhã radiosa, o cortejo real – rutilante de ouro e veludo – chegou à capela, onde já se encontravam os capitães da frota e os demais financiadores do empreendimento[vi].

 

O pesquisador Carlos Heitor Castello Branco assim narra o solene episódio: “El-Rei e a Corte ocupam os seus lugares. O bispo de Ceuta, D. Diogo Ortiz, grande matemático e cosmógrafo, e orador ilustre que servira tanto a D. João II, conhecedor dos profundos segredos do Reino, vai celebrar a missa e fazer o sacro sermão. (...) O bispo, com sua mitra e o seu báculo, ladeado de acólitos, precedido de todos os sacros auxiliares, dirige-se ao altar, entre os aromas do incenso e o cântico majestoso próprio destas cerimônias, em que a Igreja Católica eleva as almas, com seu ritual de séculos. Círios e tochas são acesos.

 

Principia D. Ortiz o ato sagrado. As almas se aquecem de emoção e fé. Olhos marejam-se de lágrimas. Pedro Álvares Cabral, ao lado do seu Rei, ajoelha-se humildemente. Momento crucial de sua vida, que iniciaria sua entrada na história”.[vii]

 

Após o Sermão, pronunciado à luz de tochas, D. Diogo benzeu uma bandeira da Ordem de Cristo – Ordem Militar originária dos Cavaleiros Templários da Idade Média – e, retirando-a do centro do altar, a entregou a el-Rei. D. Manuel passou-a então a Pedro Álvares Cabral, colocando-lhe também na cabeça um barrete bento, que o Papa lhe mandara.

 

Depois, fez-se uma solene procissão de relíquias e cruzes para acompanhar Cabral ao batel que o levaria à sua nau – a nau capitânia. Seguiu à frente o bispo, ladeado dos acólitos e precedido do porta-cruz e dos capitulares; acompanhavam-no os freires de Cristo, com as tochas na mão....”

 

Leia mais:

http://www.lepanto.com.br/dados/TSC4.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Caravela

 

 

Que tal ler o Código da Vinci online? Clique na imagem e siga as instruções.

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